Nada como uma bela noite de descanso para recuperar as forças depois da canseira de ontem e para meditar (ou "me deitar"?) sobre as saudades que ontem teimavam em não desaparecer… mas se soubesse o que ia ser a manhã, tinha ficado mais meia hora na “ronha”!
Depois de um pequeno-almoço mega rápido, lá parti à descoberta do Hospital Krêmlin-Bicêtre. A coisa prometia ser fácil porque tirei as direcções do Google maps; o problema é que me enganei logo na primeira rotunda. Como não encontrei a plaquinha a dizer “Rue Val de Marne” lá resolvi inventar e, resumindo, dei uma volta maior. Mas, boas notícias: o hospital é perto! Dá para fazer na boa a pé (cerca de 20-25 minutos), só quando estiver a chover é que é mais chato, mas logo se vê!
Hoje tive a visita ao médico da faculdade para ver se estou “apta”, ou seja, para verificar vacinas, doenças que já tive, supostos comportamentos de risco etc… No meio da trapalhada da “entrevista médica” (vá lá, até percebi praticamente tudo o que a médica disse, só troquei a “papeira” [oreillons] com “sarampo” [rougeole]) ainda fiz uma prova de Mantoux; agora a chatice é que a médica só me dá os papéis de aprovação quando ler a prova na próxima 6ª feira, o que me atrasa o processo de inscrição na faculdade. C’est dommage!
Enfim, depois da manhã toda nisto (com esperas e tudo mais), ainda deu tempo para conhecer o caminho até ao Auchan mais perto e comprar coisas tipo: prato, bacia, detergente de loiça, e mais do género. O pior foi voltar para casa… Resolvi armar-me em esperta e carregar a mochila e o saco gigante das compras e vir até à Maison; é que à uma da tarde, carregada que nem um burro e a ver as torres do estádio Charléty (quase em frente à Casa) “milhões de lá ao fundo, a coisa fica mesmo mmuuuoiiiittttoooo complicada e desesperante!
O que vale é que o almoço compensou…
Depois de um pequeno-almoço mega rápido, lá parti à descoberta do Hospital Krêmlin-Bicêtre. A coisa prometia ser fácil porque tirei as direcções do Google maps; o problema é que me enganei logo na primeira rotunda. Como não encontrei a plaquinha a dizer “Rue Val de Marne” lá resolvi inventar e, resumindo, dei uma volta maior. Mas, boas notícias: o hospital é perto! Dá para fazer na boa a pé (cerca de 20-25 minutos), só quando estiver a chover é que é mais chato, mas logo se vê!
Hoje tive a visita ao médico da faculdade para ver se estou “apta”, ou seja, para verificar vacinas, doenças que já tive, supostos comportamentos de risco etc… No meio da trapalhada da “entrevista médica” (vá lá, até percebi praticamente tudo o que a médica disse, só troquei a “papeira” [oreillons] com “sarampo” [rougeole]) ainda fiz uma prova de Mantoux; agora a chatice é que a médica só me dá os papéis de aprovação quando ler a prova na próxima 6ª feira, o que me atrasa o processo de inscrição na faculdade. C’est dommage!
Enfim, depois da manhã toda nisto (com esperas e tudo mais), ainda deu tempo para conhecer o caminho até ao Auchan mais perto e comprar coisas tipo: prato, bacia, detergente de loiça, e mais do género. O pior foi voltar para casa… Resolvi armar-me em esperta e carregar a mochila e o saco gigante das compras e vir até à Maison; é que à uma da tarde, carregada que nem um burro e a ver as torres do estádio Charléty (quase em frente à Casa) “milhões de lá ao fundo, a coisa fica mesmo mmuuuoiiiittttoooo complicada e desesperante!
O que vale é que o almoço compensou…
1 comment:
Que bom estares em Paris! Como eu te invejo... Paris c´est toujours Paris! Il faut bien profiter de toutes les merveilles et ne pas oublier: on ne doit jamais renoncer à nos valeurs plus profonds!!!
Bisous
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